
Minha cor de Amar-ula
Miguel Garcia
Queda de muitos.
Se é que se cai para cima,
Se é que a "queda" não seria ingressar,
Adejar de sonhos,
De memórias dist-antes,
De amores amarulos,
Aspecto dos li-cores...
Fonte de luz refletora,
Essa mostra
Essa dor...
Maruleira,
Marula africana,
Africorar brotando da Mãe-Negra...
Savana espacial...
Não cabe em palavras ou no cultivo de olhares virgens..
Exóticos sabores,
Caramelo armadilhoso,
Entorpece os sen-tidos..
Aquele que beber de mim,
Nunca mais terá dúvidas!
Favorece essa cor,
Minha cor de amar-ula.
Miguel Garcia
Queda de muitos.
Se é que se cai para cima,
Se é que a "queda" não seria ingressar,
Adejar de sonhos,
De memórias dist-antes,
De amores amarulos,
Aspecto dos li-cores...
Fonte de luz refletora,
Essa mostra
Essa dor...
Maruleira,
Marula africana,
Africorar brotando da Mãe-Negra...
Savana espacial...
Não cabe em palavras ou no cultivo de olhares virgens..
Exóticos sabores,
Caramelo armadilhoso,
Entorpece os sen-tidos..
Aquele que beber de mim,
Nunca mais terá dúvidas!
Favorece essa cor,
Minha cor de amar-ula.
3 comentários:
Posso musicar essa beleza de poesia?!
O que?
Pode um encantador de palavras enfeitiçar também as melodias, seduzir e maravilhar causando extremo prazer, fazendo desaparecer a triste solidão de um poema, tornando invisíveis os limites das faculdades de ação e pesquisa do espírito humano?
Que a melodia anúnciada, encarnando um sentimento e tomada de enlevo, transforme minha poesia em outro ser, pois não é bom que ela esteja só. Que um milagre se dê por e-feito de en-cantos ou sortilégios.
Quando poderei ouvir nossa canção afinal?
Miguel Garcia
De incenso perfumado
Que eras nesse próximo passado
Te emanaste
Fugiu de ti o simples falar
E agora flui o poetar
Mas há que se cuidar
Pois palavras poetadas podem encantar
Até mesmo quem as escreve
Qualquer hora, verás passar por ti elevado
O Teu próprio espírito, mas agora emanado
Reverências,
Edu Martins
OSà Oba! Uhu... Será o primeiro a ouvir!!!
Mas peço tempo. Palavras tão bem escolhidas requerem que se permaneça no atelier...
Ou melhor seria, no altar!?
Até surgirem notas à altura delas...
Postar um comentário