quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Eu éramos, Eu somos

Eu éramos, Eu somos
..."Eu nunca havia levado a serio a sombra (o eu oculto e amordaçado). Eu acreditava, com certa arrogância espiritual, que uma vida interior profunda e comprometida me protegeria contra o sofrimento humano , que eu poderia esvaziar o poder da sombra com minhas práticas e crenças metafísicas. 
Eu assumia na verdade que poderia governar a sombra - assim como governava meus sentimentos ou a minha dieta - através da disciplina do auto-controle. Mas o lado escuro aparece sob muitos disfarces. Meu confronto com ele, na meia idade, foi chocante e devastador, uma terrível desilusão. 
Antigas e íntimas amizades pareciam se debilitar e romper, privadas da vitalidade e elasticidade. Meus pontos fortes começaram a se fazer sentir como fraquezas, obstruindo o crescimento em vez de promovê-lo. Ao mesmo tempo, insuspeitas aptidões adormecidas despertaram e vieram à superfície, destruindo a auto-imagem com a qual eu havia me acostumado. Meu ânimo vigoroso e meu temperamento equilibrado deram lugar a uma profunda queda no vale do desespero"... Connie Zweig

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

A glória de Deus não é gula por bajulação, mas o bem estar da humanidade inteira.



A glória de Deus não é gula por bajulação, mas o bem estar da humanidade inteira. (Miguel Garcia)
Segundo o que pude sorver do importante legado do Pe François Varillon, Deus é um ser pessoal - Deus é amor. O amor não é um atributo de Deus. Efetivamente, pode-se dizer que Deus é grande, que Deus é poderoso, que Deus é infinito; mas o amor não se situa no mesmo plano, não é um atributo divino, é o próprio ser de Deus. Pode-se pois, chamar ao próprio Deus de amor. O amor é que é infinito, o Amor é que é todo-poderoso, o Amor é que é transcendente.

Esse Deus pessoal não tem inveja de nossa liberdade, Ele a respeita, Ele a criou, Ele a quis. Ele está no princípio de nossa ação. Não há contradição entre o reconhecimento de Deus e a afirmação da autonomia do homem, pois Deus é o princípio de exercício de nossa liberdade, Deus é a iniciativa de nossas iniciativas. Ele nos ch-ama a "viver de Sua própria vida". Daquilo que é a vida de Deus é que somos ch-amados a partici-par, para difundi-lo no mundo a serviço dos outros. Deus e a história não são inimigos, não estão separados:
Entre dois seres, qual o mais desvalido, o mais dependente? Aquele que mais ama, por certo. Na relação entre Deus e o homem, Deus é o mais dependente, o mais humilde, segundo Varillon e também segundo o que acredito de todo coração.


"A glória de Deus é o homem vivo" - (A glória de Deus é o bem estar da humanidade inteira). Sto Ireneu
Se Deus é amor, não é um Deus invejoso, não é um deus dominador (o verdadeiro amor jamais se apodera), o Deus de Jesus não é Júpiter.
Vassum Crisso

Fábula satírica ou Mórbido realismo esse 'negócio' aqui?

Fábula satírica ou Mórbido realismo esse 'negócio' aqui?
A Revolução dos Bichos, de George Orwell como metáfora dos dias atuais, remete ao egoísmo, autoritarismo, corrupção que há em relações humanas, sejam elas políticas ou sociais. Os personagens lembram figuras do nosso cotidiano.
O sentimento de ambição e a busca pelo poder, pela vantagem, levam ao esquecimento dos princípios e motiv-ações que devem inspirar e modelar boas revoluções e evoluções. A exploração continua exploradora, não importando qual lado a pratique e, tudo em política e economia tende a se render aos interesses privados de despóticas lideranças.
O Brasil-Massa segue farto apenas de memória curta, não lembramos das regras, nem de como era antes das “revoluções” propostas – modelo político-econô-'mico' - pacotes governa-mentais de “revolucionários plantonistas tais” e, muito menos, conseguimos comparar se a vida de (‘Temer’) está pior, ou melhor, nem mesmo nos lembramos se o que foi prometido foi cumprido. Fábula satírica ou Mórbido realismo esse 'negócio' aqui? Vassum Crisso - MG

fertilização

Como que acompanhado pela Eternidade, mirando o jardim na hora em que a brisa põe folhagens pra dançar. Na viração do dia os corações não se ocultaram entre as árvores. Vassum Crisso - Miguel Garcia

Sobre crentes e adoradores inconfessos!


Sobre crentes e adoradores inconfessos!


"O heroísmo é o primeiro, e sobretudo, um reflexo do terror da morte (dependemos de heróis por sermos todos irmãos na Morte). Admiramos mais a coragem, para arrostar (desafiar) a morte; damos a tal valor nossa adoração superior e mais constante; o heroísmo atinge profundamente os nossos corações porque temos dúvidas sobre quão destemidos poderíamos ser. Quando vemos um homem enfrentar valentemente a sua própria extinção, encenamos o máximo triunfo que podemos imaginar. E assim o herói tem sido o centro das honrarias e aclamações humanas, provavelmente desde o começo da evolução especificamente humana. Mais, ainda antes, nossos ancestrais primatas acatavam os que eram super possantes, corajosos, e desdenhavam os que agiam covardemente. O homem elevou a um CULTO a coragem animal": Eis a divindade terrestre, o culto, os crentes e adoradores. Vassum Crisso - MG

É como metáfora da vida real

É como metáfora da vida real
A pessoa segue e sente que vai indo bem, faz planos para construir uma cabana a margem do rio, plantar uma pequena horta e cultivar tulipas, até se dar conta de que a 'nave' do corpo ou da mente carrega algo que "não deveria estar ali". Quem não hospeda algum tipo de "Alien" em si? Quem nunca engravidou de, ou pariu uma coisa estranha? Quem nunca sangrou como faz o corpo ou num sentimento? Vassum Crisso - MG

Sobre 'O Grito' lá na cozinha!


Sobre 'O Grito' lá na cozinha!

Quem inventou essa mania de colocar piso branco em cozinhas, banheiros, etc, não considerou o fato de que são primatas humanos os que mais transitam por tais ambientes. A coisa fica repleta de fios de cabelos e penugens que se despregam das massas corporais, incessantemente. Fico com a sensação de estar morando num cenário do filme 'O Grito' - Aquela expectativa tenebrosa de que olhos apavorantes vão germinar da trama sinistra e, em seguida, me perseguir pelo apartamento... 
Pisos de interiores deveriam ser pretos ou no mínimo escuros, ao menos durante a juventude e meia idade do animal humano. MG

Sobre comportamentos sombrios

Sobre comportamentos sombrios

Certa manhã, uma sombra de sombras despertou indignada por não aceitar/suportar a ausência de luz e o aspecto fantasmagórico em suas iguais. Desesperada por tal percepção não se conteve e praguejou aos quatro ventos:
"Oh sombras repugnantes 
Oh espectros mórbidos e semelhantes às almas dos mortos: vos odeio". Vassum Crisso - MG

Sobre cabelos grisalhos

Sobre cabelos grisalhos

"Antes eu achava que os homens ficavam grisalhos porque tinham trabalhos estressantes, com decisões estressantes pra tomar. Agora eu acho que tem início quando os homens passam a sentir, nos ossos, que os grandes momentos da vida deles podem não ser tão grandes quanto esperavam - quando o mundo real passa a se infiltrar. O que separa as pessoas que acreditam como o Glen é a habilidade de bloquear esse Mundo Real. Algumas pessoas chamam isso de insanidade". War Machine

O que os fetichistas tentam fazer?

O que os fetichistas tentam fazer?
Talismãs, magia, religião particular - meios fabulosos de transmutar animalidade "patética" em algo transcendente e, por conseguinte, garantir a alforria da personalidade ante à carne padronizada, frágil e presa à terra. O fetichista sente ter simbolicamente zarpado para bem longe do primata em si e no parceiro e, desse modo, ganha coragem para realizar o ato sexual . Parafraseando Ernest Becker
"O pé é um horror em si mesmo; mais ainda, é acompanhado por sua própria chocante e transcendente negação e contraste - o sapato. Os órgãos genitais e os seios, é fato, são contrastados pela roupa de baixo e por espartilhos rígidos, que são populares como fetiches, mas nada iguala o pé em feiura ou o sapato como invento contrastante e cultural. O sapato tem laços, fivelas, o couro mais macio, o arco mais elegantemente curvado, o salto mais duro, liso e polido. Não existe nada como o salto agulha na natureza, ouso dizer. Em resumo, aí está a quintessência da inventiva e contraste cultural, tão diferente do corpo que leva a pessoa para bem longe dele embora permanecendo intimamente ligado a ele". Ernest Becker - A Negação da Morte

In-terrog-ações da vida

In-terrog-ações da vida
Se até a pessoa mais forte e corajosa tem de descansar o peso de sua vida em alguma coisa além de si mesma, ei-nos de volta às grandes questões existenciais:
Qual a realidade mais elevada, o verdadeiro ideal, a realmente grande aventura?
Que tipo de herói dará conta de alcançar esses termos, em que espécie de drama e submisso a que tipo de deus?
Em qual cosmologia a pessoa irá representar as coisas extraordinárias (heroísmo) que é capaz de realizar, se é que é capaz de empreender feitos extra-ordinários?
Se ser realmente submisso significa ser submisso ao mais elevado poder, ao verdadeiro Infinito e Absoluto, não seria prudente concluir que quaisquer sucedâneos humanos, amantes, chefes, gurus mistagogos (religiosos ou psicológicos), Estados, não bastam? 
Vassum Crisso - MG

Confissões e desabafos de Miguel Garcia

Confissões e desabafos de Miguel Garcia
"E a vida o que é? Diga lá, meu irmão!" (Gonzaguinha)
A vida é um problema esmag-a-dor para um animal 'desprovido' de instintos. E.Becker
Eu olhei e avistei tanta gente fugindo em busca de proteção contra o mundo... Fugiam como qualquer outro animal e eu também estava lá. Vi pessoas reduzindo o tamanho do mundo cultural ('ordem imaginada'I.H.) - desligando a entrada de experiências, criando um providente esquecimento ante aos terrores e suas próprias angústias, do contrário, ficariam incapacitadas para agir, vi porque também estava lá.
Vi pessoas reprimidas, auto-protegidas - auto-restringidas na cri-ati-vida-de, o que, em um sentido real, revelava-se como um sucedâneo natural para os instintos, de modo que, nosso maior e melhor ta-lento (meu e das pessoas que contemplava num sentimento), sempre foi a parcialização. O que é a vida senão buscar ajustar-se pelo viés da exata parcialização que "permita" a "atuação satisfatória" da pessoa?
Por outras palavras, como sustenta Ernest Becker, "os homens não são feitos para serem deuses, para assimilarem o mundo inteiro; eles são feitos como os outros animais, para tomarem o pedaço de terra que está diante de seus focinhos. Deuses podem pegar a criação inteira porquanto só eles podem entendê-la, sabem do que se trata e para que é. Mas logo que um homem levante o focinho do chão e comece a farejar problemas eternos como vida e morte, o significado de uma rosa ou de uma constelação - aí se atrapalha. A maioria dos homens se poupa dessa dificuldade fixando o pensamento em coisas corriqueiras de suas vidas, tal como a sociedade traça tais problemas para eles. Estes são os que Kierkegaard denominou homens "imediatos" e "filisteus. Eles "se tranquilizam com o trivial" - e por isso podem levar vidas normais".

E eu que passei a vida me imaginando inserido no projeto "judaico-cristão", mas, talvez a coisa não tem seguido por tal caminho, não... MG 

"E a vida o que é? Diga lá, meu irmão!" (Gonzaguinha)

Ai de mim! - Ave Marias! Vassum Crisso. MG

terça-feira, 18 de julho de 2017

Fátima Nascimento - Inscreva-se neste Canal:

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Sobre limões secos e gente avarenta



Sobre limões secos e gente avarenta
E não é que o amor, a necessidade, paciência e criatividade de alguns da jeito em quase tudo, até em limões secos e de casca grossa?!... Tenhamos bom ânimo com os mais avarentos, insensíveis e indelicados. O tempo passa, a coisa murcha e vai se tornando adocicada, sem, contudo, perder-se de seus conteúdos desejáveis: 'ninguém consegue ser miserável em todos os sentidos'. Vassum Crisso - MG

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Que in-ferno: de-texto!!!


Que in-ferno: de-texto!!! 

..."Eu vi Satanás caindo do céu como relâmpago." Luc 10:18


Eis o complexo psicológico da cultura humana, eis o andrógino, a imagem arquetípica tanto da Mãe Terrível como do Pai funesto. Eis o tirano, maquiavélico, cruel, sanguinário, manipulador, ávido por poder, pendendo para os pólos feminino e masculino, eis o caos, eis a bagunça, eis o dual e "misericordioso, justo, amoroso e protetor", eis o guerreiro, o severo e ávido por derramar sangue, eis o trapaceiro sob mil disfarces: Hermes (Mercúrio)? Prometeu? Loki? Anúbis (chacal)? Clown, o mensageiro de Malebolgia? Sombra coletiva? Resumo de todos os traços inferiores de caráter nos indivíduos? Duplo monstruoso? Reflexo de uma consciência ainda muito primitiva, indiferenciada e, por isso, muito próxima do nível animal da psique: o "Diabo"? Ler Cristina Levine Martins Xavier é como caminhar na companhia de Dante Alighieri e o poeta Virgílio... Ave Marias e Levine's! - Vassum Crisso - Miguel Garcia

sábado, 13 de agosto de 2016

Bestial ou humanal?

Bestial ou Humanal?

Não vou chamar de bestial o que alguns políticos e gurus "religiosos" praticam, pois seria injusto com os bichos da floresta. Até crocodilos protegem suas crias!... Vassum Crisso MG

De-pressão para todos!

De-pressão para todos! 
Miguel Garcia

Nosso eu interior se vê exposto, frágil, deprimidinho (bostinha) - bateria fraca (vírus?) - uma bagunça. Não há garantias ou referências estáveis, portos, não há um "nome próprio" e, por conta disso, vivemos carentes de confirmação incessantemente. É quando a essência da pessoa se vê murcha, em queda livre e, portanto, exposta àquilo com que todos lidamos (doença mortal?), (Desespero humano, angústia?), estados depressivos diversos - perdição existencial?
Não há mais um horizonte conhecido, modelo de vida, um tribunal supremo. Não há mais um céu com estrelas fixas. Lemos o jornal e eis a confusão! Vício ou virtude, só depende de um ponto de vista. Eis aqui um outro sistema de valores animais-humanos: eis um outro universo!
Não há mais instância ideal, dependemos do aleatório, das circunstância. Em outras palavras, a partir do momento que nosso trabalho, relações, situações, benefícios, tudo o que desejarmos, forem satisfatórios, nos pensamos/lemos energizados, mas basta que os resultados sejam mais complexos para que rapidamente nos pasmemos desabonados e carentes de tudo.
Já não me identifico com quase nada e ninguém. O que sobra é um sentimento interno de luta incessante para conservar e renovar significados enquanto estes últimos se desvalorizam e renovam tão rápido quanto as evoluções da moda, e isso enquanto eu mesmo estou entregue ao envelhecimento, como meu carro.
Vassum Crisso MG

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Uma boa lembrança pode salvar sua vida.

Uma boa lembrança pode salvar sua vida.
Mas há outra coisa que lembro e, ao lembrar, continuo agarrado à esperança. Lam 3. 20
O que a intuição resolveu chamar de mal assume muitas formas distintas.
Segundo o importante teólogo Torres Queiruga, existe o mal padecido e o mal infringido, o de enfermidade e o do crime, o individual e o coletivo, o da catástrofe natural e o da traição do ou ao amigo; o mal de algum modo tolerável e o sufocantemente insuportável, o que parece ter um sentido e o que se mostra irremediavelmente absurdo... Há o mal visto à altura humana e o que intuímos no sofrimento animal ou mesmo nos desastres produzidos pela natureza...
Queiruga ressalta que numa análise séria do problema do mal não cabem evasões teóricas: "pode-se negar o mal, porém não o sofrimento, ainda que o sofrimento não seja o único mal.
Para compreender a real seriedade do que está em jogo, Queiruga recorda que basta simplesmente pensarmos que se trate disso ao qual remetem igualmente o choro ainda "sem palavra" do recém-nascido e a busca de remédio para uma ferida ou uma enfermidade; "isso" que comove a humanidade diante das grandes catástrofes naturais; "isso" que torna repugnante uma traição ou suscita o horror perante a escravidão, o holocausto ou a fome no mundo. O "mal" é, em seu significado mais elementar e em sua mais inegável realidade, aquilo que experimentamos como o que subjetivamente "não queremos" e do que objetivamente pensamos que "não deveria ser", e que, bem por isso, rejeitamos e procuramos eliminar ou, pelo menos, suavizar. Bastaria o sofrimento de uma criança inocente, para que, muito além de todas os debates formais, tenhamos diante de nós a matéria do problema ("o mal"). Do mesmo modo, basta uma visita - com os olhos, os ouvidos e o coração - a qualquer hospital, sem falar nos horrores de uma guerra, para compreender a sua terrível seriedade, sejam quais forem as possíveis discussões acerca de pormenores ou matizes concretos.

A "coisa" - o mal está aí, mas não pode ser uma totalidade. Por certo que não há absurdos absolutos, fora da mágica nas palavras. É possível que a vida queira ser amável e que faça sentido. É possível que a maioria de nós carregue dor suportável (Fátima Guedes).
O profeta bíblico parece ter conhecido o mal e a dor bem de perto, mas não apenas estes últimos:

"Nunca vos esquecer a desgraça, o gosto das cinzas, o veneno que engoli.
Lembro-me bem de tudo - ah, e como lembro! - o sofrimento de chegar ao fundo do poço.
Mas há outra coisa que lembro e, ao lembrar, continuo agarrado à esperança. Lam 3. 20

Que cena teria brilhado imóvel e fora do tempo na memória do vidente, apesar de todo o padecimento que ele experimentou? Que cena que impenetrável em seu pensamento, exibia um semblante tão luminoso? 
Pois o adivinho fez questão de nos revelar que olhando para além de toda calamidade, deu-se conta de que não estava só - que a Eternidade - A Causa primordial, que a Transparência de todas as coisas (Deus Pai e Mãe) - que realidade última o acompanhava desde sempre. Foi aí que uma boa lembrança resguardou uma vida.

Quando a vida está difícil de suportar, entregue-se à solidão, 
Recolha-se ao silêncio.
Curve-se em oração, Não faça perguntas.
Espere até que surja a esperança.
Não fuja das provações: encare-as.
O "pior" nunca é o pior. Lam 3:28-30

Uma boa lembrança pode salvar sua vida?
Aqui vai um pouco sobre 'minha experiência':
Percebi que em algumas circunstância não é bom tentar compreender o incompreensível. Percebi que para suportar este mundo, por vezes é necessário desistir de entender o que o ultrapassa. Somos muito ingênuos em relação ao que as coisas realmente são: vida, morte, etc. 
Lanço mão de alguns ensinos de Espinosa: não rir, não chorar, não detestar, mas procurar compreender.

Com o Eric-Emmanuel S. aprendi a conter a revolta ou não me revoltar, me calo, não raciocino mais, espero. Procuro lembrar que "todo o ser de Deus consiste em amar", que justiça significa o mesmo para todos e que Deus nos dá a todos, igualmente, a vida e depois a morte. O resto depende da humanidade e das circunstâncias. Putz! viajei... ... Ave Marias!..
Vassum Crisso - Miguel Garcia

Siga o dinheiro!

Siga o dinheiro!
A vida política está desértica, não há a menor concepção ideológica ou mesmo utópica, não há palavra de ordem, nem projeto político algum. Não há mais agenda política, e "nossos homens políticos" se transformaram em gestores, a ponto de, muito 'logicamente', um grande povo ser 'forçado' a conduzir ao poder aquele que é apresentado como homem de negócios. A 'lógica' por detrás é a de que se esse tal homem de negócios soube gerir bem suas transações comercias, por certo saberia gerir as de seu país. Por analogia, uma vez que a política já não é fundamentalmente teológica como a de outrora e, que o poder por delegação, após o esvaziamento do céu, não vem mais de Deus, o que restou foi vidrar-se em política (vaidade, vazio) e seguir o dinheiro: se os gestores eclesiásticos se provarem excelentes na obtenção de lucros para seus seguidores, muito que bem, do contrário, segue-se com a pena máxima do mercado para todos eles, ou seja: não consumo. Se quer "compreender" o mundo e suas diversas motiv-ações, siga o dinheiro!... Vassum Crissum MG